sábado, 8 de agosto de 2009

Pequena alma que sem amor evanesce
crescei na vertigem ou concreto.
Penai pelo fruto deflagrado
do conhecimento congênito
e então em panos limpos estará.

Deus não te quiz pra saber,
só te fez pra poder.

Pequena formiga de antenas longas
do desmerecer.
Teu nome é Nada e de magia vã.

Por três vezes pedi,
por três vezes obti e
três vezes chorei
por não permitir perder.

Deus não te quiz pra obter,
e só te fez por querer.

É surda a Verdade Misteriosa.

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