é certeira a bobagem dos meus pensamentos, que destroem qualquer vestigio da verdade duradoura de meus devaneios brilhantes.
um poço negro e vil e fálico, como o petróleo de certas veias, não deveria me dar medo, mas o tenho.
pelos meus, eu tenho medo.
uma moça uma vez me teve, mascou e cuspiu.
pior pra mim ou pra ela?
é sempre pior para quem se lembra,
quando se é cuspido.
porquê não posso escrever isso só pra mim?
porquê não posso guardar um segredo?
porquê não posso ser anônimo?
porquê não posso ser idôneo?