Era doce o sangue que escorria junto de nossas veias.
Todo o vermelho da vergonha ou da glória,
dependia à quem perguntasse.
Era podre também o cheiro que não se podia explicar
e, ainda assim, explicávamos.
Foi um tempo de descoberta e glória, até o medo se impor.
Éramos sábios ignorando a pergunta, e agora, quem é que sabe?
“Eu fui, eu fico, eu vou.”
“Eu penso, logo existo, então sou.”
TODA CORRIDA ESPACIAL,TODA GANACIA,TODOS IGNORANTES,TODA HIPOCRISIA,TODOS OS MEDIOCRES, TODOS SENHORES DA GUERRA,TODA DEFORMAÇÃO CAPITALISTA GERA LIXO,SEJA NO MAR ,NA TERRA, NO AR E BEM ACIMA DE NOSSAS CABEÇAS, POR VEZES OCA, FRESCA E DESCEREBRADAS,POREM JAMAIS DOMINADA
sexta-feira, 26 de março de 2010
TODA LUZ É PARTE ESCURIDÃO.
Toda liberdade tem seu quê de escravidão.
Todo verde tem seu azul e amarelo,
Mas vermelho não.
Eu fui um dia, e a noite veio.
Mas mantive meu olhar.
Pensei em ver a terra onde nasci,
Mas onde é que ela estava?
Tudo um sonho, bobagens sob a água.
Tive sede de sangue e assim cresci.
As palavras que falo não são as minhas
E se o que é feito não se pode voltar,
Destruir talvez?
Se o sempre sempre acaba, que dia é hoje então?
“Se não houvesse a morte, o tempo seria em vão.”
Sonhei essa idéia um dia.
Toda liberdade tem seu quê de escravidão.
Todo verde tem seu azul e amarelo,
Mas vermelho não.
Eu fui um dia, e a noite veio.
Mas mantive meu olhar.
Pensei em ver a terra onde nasci,
Mas onde é que ela estava?
Tudo um sonho, bobagens sob a água.
Tive sede de sangue e assim cresci.
As palavras que falo não são as minhas
E se o que é feito não se pode voltar,
Destruir talvez?
Se o sempre sempre acaba, que dia é hoje então?
“Se não houvesse a morte, o tempo seria em vão.”
Sonhei essa idéia um dia.
Um poema estranho
CRÍTICA AO AMOR:
Olho pra você e vejo uma beleza que nem você vê. Olho seus olhos, que me são rasos.
Teu sorriso me agrada, mas só quando sou eu que provoco.
Tua ausência me irrita e instiga.
Quando estou em você acho que está tudo bem.
Meu ego adora tua paixão. Teu ego, a minha devoção.
Não sou tão tolo quanto pensa, apenas gosto de reverenciar-me.
Sermos um ou dois não faz diferença, se somos almas gêmeas.
E não fui eu quem disse isso.
Você se lembra das primeiras noites?
Olho pra você e vejo uma beleza que nem você vê. Olho seus olhos, que me são rasos.
Teu sorriso me agrada, mas só quando sou eu que provoco.
Tua ausência me irrita e instiga.
Quando estou em você acho que está tudo bem.
Meu ego adora tua paixão. Teu ego, a minha devoção.
Não sou tão tolo quanto pensa, apenas gosto de reverenciar-me.
Sermos um ou dois não faz diferença, se somos almas gêmeas.
E não fui eu quem disse isso.
Você se lembra das primeiras noites?
Mais um conto erótico de:
SEXY GIRL
Rodolfo Araujo
Whisky é bom pra aquecer e me fazer esquecer, mas depois de tantos bares não consigo tirar da cabeça a primeira vez em que te vi. Numa esquina qualquer, em uma noite igual a todas as outras noites, você estava lá.
Todas queriam parecer contigo, mas você era única, eu sei. Tatuei tua imagem e teu nome na minha pele, Millena: Seios fartos, coxas grossas, Sexy Girl.
De cara não liguei pro seu detalhe, depois amei! E tentei cuidar de você, Mesmo eu sendo o bosta que sou. Nunca fui nem nunca levei jeito pra cafetão. Desculpe se te magoei, se te machuquei, mas só eu te amei, Sexy Girl.
Millena, você sempre foi a melhor de todas, mas devo confessar que uma coisa me incomodava: Seu pau era maior que o meu.
Sexy Girl, doeu!
Rodolfo Araujo
Whisky é bom pra aquecer e me fazer esquecer, mas depois de tantos bares não consigo tirar da cabeça a primeira vez em que te vi. Numa esquina qualquer, em uma noite igual a todas as outras noites, você estava lá.
Todas queriam parecer contigo, mas você era única, eu sei. Tatuei tua imagem e teu nome na minha pele, Millena: Seios fartos, coxas grossas, Sexy Girl.
De cara não liguei pro seu detalhe, depois amei! E tentei cuidar de você, Mesmo eu sendo o bosta que sou. Nunca fui nem nunca levei jeito pra cafetão. Desculpe se te magoei, se te machuquei, mas só eu te amei, Sexy Girl.
Millena, você sempre foi a melhor de todas, mas devo confessar que uma coisa me incomodava: Seu pau era maior que o meu.
Sexy Girl, doeu!
Um conto. (Por falta de postagem)
LOUVAI Á DEUS.
Rodolfo Araujo
Estava ouvindo um disco de vinil do Deep Purple, era uma coletânea e acho que não era original. Bateram na porta porque a campainha estava quebrada. “Caralho, nem me avisaram na portaria!”
Abri a porta e vi uma garota de uns vinte anos, branquinha, cabelos pretos levemente ondulados, um corpo perfeito e rostinho de anjo. Essa rapariga estava vestindo uma camisa branca de mangas compridas que não escondia o sutiã e uma saia preta, comprida demais na minha opinião, a maldita ia até as canelas! Ela era mesmo um anjinho recatado.
Ela se liga na minha cara de besta pasma e se explica:
-Oi, eu sou sua vizinha do vinte e três...
Eu sabia, já tinha a visto antes, “Por isso não me avisaram da portaria.”.
-... e da janela eu pude ver que você tem um toca-discos...
“Garota esperta.”
-...e eu queria te pedir um favor...
“O que você quiser, meu anjo!”
-...é que meu pai tinha uma coleção de discos de vinil e ele já é falecido e faz um tempão que nós não temos uma vitrola e me bateu uma saudade...
E me bateu um tesão e só agora eu reparava que ela carregava um bolachão embaixo do braço e coitada, ela tinha perdido o pai...
-...e eu queria saber se não poderia usas seu aparelho para ouvir esse disco. Desculpa a intromissão, mas é que eu sinto muita falta do meu pai.
Eu olho pro disco que ela exibe sobre seu ventre: LOUVAI Á DEUS, COM BISPO ALMIR TOLEDO. “Puta que o pariu, ela é crente. Só podia, com essa saia!” Dou mais uma conferida. Como é gostosa!
-Ahn... ta bom, entra.
-Obrigada.
Ela me dá o disco. Meio desajeitado eu tiro o Deep Purple e (ai Jesus!) coloco o biso fulano.
-Ai quantas saudades, é tão lindo! –ela fala.
Ela se deleita e quando eu vejo estou à um passo e meio dela, no máximo. Nossa, que rabo! A saia realça a bunda dela perfeitamente e ela é bem bundudinha! Crente do rabo quente.
Ela nem me vê chegando por traz.
-Ah isso me dá uma paz...
Me vejo a um passo dela.
-... me faz tão bem...
Meio passo.
-...me dá um calor...
-Você me dá calor gata!
É o que eu consigo dizer antes de enfiar a língua na orelha dela, com uma mão apertando seus seios e a outra tentando erguer a saia.
--ARGH SEU NOJENTO!
Com uma bela cotovelada no rim ela escapa de mim e ainda encurvado ganho uma joelhada no saco, não muito forte, mas o suficiente pra me fazer esquecer da garota. Quando volto a mim a porta estava aberta, ela tinha ido embora, mas o bispo ciclano ainda vomitava seu Deus nos meus ouvidos. Fechei a porta e deitei no sofá. Então comecei a acariciar minhas bolas já não tão doloridas e, de repente, meu pau fica duro.
Camisa branca não escondendo o sutiã, saia preta realçando a bundinha, a pele branquinha e aquele cheiro... puta que o pariu, só um bela punheta poderia me salvar naquela hora!
-Ah... Senhor... oooo oooo OH DEEEEEEEUUUUUSSSSS!!!
Rodolfo Araujo
Estava ouvindo um disco de vinil do Deep Purple, era uma coletânea e acho que não era original. Bateram na porta porque a campainha estava quebrada. “Caralho, nem me avisaram na portaria!”
Abri a porta e vi uma garota de uns vinte anos, branquinha, cabelos pretos levemente ondulados, um corpo perfeito e rostinho de anjo. Essa rapariga estava vestindo uma camisa branca de mangas compridas que não escondia o sutiã e uma saia preta, comprida demais na minha opinião, a maldita ia até as canelas! Ela era mesmo um anjinho recatado.
Ela se liga na minha cara de besta pasma e se explica:
-Oi, eu sou sua vizinha do vinte e três...
Eu sabia, já tinha a visto antes, “Por isso não me avisaram da portaria.”.
-... e da janela eu pude ver que você tem um toca-discos...
“Garota esperta.”
-...e eu queria te pedir um favor...
“O que você quiser, meu anjo!”
-...é que meu pai tinha uma coleção de discos de vinil e ele já é falecido e faz um tempão que nós não temos uma vitrola e me bateu uma saudade...
E me bateu um tesão e só agora eu reparava que ela carregava um bolachão embaixo do braço e coitada, ela tinha perdido o pai...
-...e eu queria saber se não poderia usas seu aparelho para ouvir esse disco. Desculpa a intromissão, mas é que eu sinto muita falta do meu pai.
Eu olho pro disco que ela exibe sobre seu ventre: LOUVAI Á DEUS, COM BISPO ALMIR TOLEDO. “Puta que o pariu, ela é crente. Só podia, com essa saia!” Dou mais uma conferida. Como é gostosa!
-Ahn... ta bom, entra.
-Obrigada.
Ela me dá o disco. Meio desajeitado eu tiro o Deep Purple e (ai Jesus!) coloco o biso fulano.
-Ai quantas saudades, é tão lindo! –ela fala.
Ela se deleita e quando eu vejo estou à um passo e meio dela, no máximo. Nossa, que rabo! A saia realça a bunda dela perfeitamente e ela é bem bundudinha! Crente do rabo quente.
Ela nem me vê chegando por traz.
-Ah isso me dá uma paz...
Me vejo a um passo dela.
-... me faz tão bem...
Meio passo.
-...me dá um calor...
-Você me dá calor gata!
É o que eu consigo dizer antes de enfiar a língua na orelha dela, com uma mão apertando seus seios e a outra tentando erguer a saia.
--ARGH SEU NOJENTO!
Com uma bela cotovelada no rim ela escapa de mim e ainda encurvado ganho uma joelhada no saco, não muito forte, mas o suficiente pra me fazer esquecer da garota. Quando volto a mim a porta estava aberta, ela tinha ido embora, mas o bispo ciclano ainda vomitava seu Deus nos meus ouvidos. Fechei a porta e deitei no sofá. Então comecei a acariciar minhas bolas já não tão doloridas e, de repente, meu pau fica duro.
Camisa branca não escondendo o sutiã, saia preta realçando a bundinha, a pele branquinha e aquele cheiro... puta que o pariu, só um bela punheta poderia me salvar naquela hora!
-Ah... Senhor... oooo oooo OH DEEEEEEEUUUUUSSSSS!!!
segunda-feira, 15 de março de 2010
GIRASSOIS
NOS PASSOS OBSCUROS SOBRE O ASFALTO, A IMAGEM DE MINHA SOMBRA NO CHÃO ., GUARDA NO BOLSO O PERFUME DE SEU CORPO, NESTA NÉVOA QUE ENCOBRE A CIDADE , BEBERICO O VINHO, FUMO UM CIGARRO E PENSO NAS POESIAS QUEM ESCREVI E NÃO TIVE CORAGEM DE RECITAR EM SEUS OUVIDOS , COM UMA CANETA E UM RESTO DE PAPEL DE PÃO, DESENHO SEUS OLHOS EXPRESSIVOS, TEMPERATURA CAI CADA VEZ MAIS NESTAS NOITES DE INVERNO. MUDO MEU CAMINHO, ESPERANDO ENCONTRAR SUAS SOMBRAS NA CALÇADA
segunda-feira, 8 de março de 2010
retalho
vendem sua pele , tudo bem macio, como uma propaganda de creme dental, por trás do abate douro. a fuligem toma conta de sua alma. você se protege vestindo um belo terno de linho. e gravata italiana. tentam me explicar que as torturas , é algo tão normal que esperamos através da violência aumentar a sede pelo ibope. nossa sociedade , recheada de hipocrisia, exibe com êxito os acidentes espetaculares na tela do vídeo , e é desta forma que tentamos obter qualidade de vida???? motivos pifios , me isolam deste ciclo vicioso, mas manifesto com grande estandalharço que estou injuriado. e avida se digere rapidamente. enquanto o teatro do faz de conta não é invadido pela plebe~e com o intuito da revolta popular , fico trancado no meu mundo, em estado de catarse e espasmos de vomito através das palavras e nada mais!!!!
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